Uma das situações mais difíceis no mundo corporativo é a perda inesperada de um sócio. Neste cenário, a primeira pergunta a ser feita é quem assumirá o comando da empresa: os herdeiros? Mas, e se os herdeiros não tem perfil ou interesse em assumir a sociedade? Ou se tem interesse, mas não o preparo necessário e podem colocar em risco o próprio negócio? Uma maneira de amenizar os riscos de uma situação como essa é a utilização do seguro de sucessão empresarial.
O seguro minimiza os problemas no falecimento de um sócio. Para a empresa, por exemplo, esse seguro diminui riscos patrimoniais ou financeiros. Para os demais sócios, fornece os recursos para adquirir a arte do sócio ausente. E para os herdeiros, o amparo necessário que a perda do provedor poderá refletir e evita que estes tenham que assumir a administração do negócio.
O principal motivo para a contratação do seguro é a possibilidade da empresa dispor de um capital, que não sairá do seu caixa para pagar aos herdeiros os valores de direito que correspondem às cotas do falecido. E os demais sócios podem continuar suas atividades sem reduzir seu patrimônio e sem precisar dividir o controle acionário da empresa com quem não está afeito ao negócio.
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